jul 26 2019

Programa “MT contra a Brucelose” é apresentado para a ABIEC


A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) apresentaram à Associação Brasileira das Indústrias Exportadores de Carne (Abiec) e ao JBS o programa “Mato Grosso contra a Brucelose”. O encontro aconteceu na manhã desta quinta-feira (25/07), na sede da Abiec, em São Paulo.

Durante o encontro também foi discutido o apoio dos frigoríficos em receber os animais reagentes e o pagamento integral da carcaça, tendo em vista, que a carne dos animais reagentes (com anticorpos) para brucelose é liberada para consumo, sem risco para a saúde humana.

A Famato foi representada pelo vice-presidente, Francisco Pugliesi de Castro e o analista de Pecuária, Marcos de Carvalho. Da Acrimat participou o diretor-técnico, Francisco Manzi e representando o JBS/Friboi, o diretor executivo Marcelo Zanatta Estevam. O grupo foi recepcionado pelo presidente da Abiec, Antonio Jorge Camardelli.

“A reunião foi muito produtiva. Houve um entendimento que devemos unir forças para que o propósito da erradicação da brucelose chegue a um bom termo. E sem que nenhum elo da cadeia seja prejudicado com algum ônus. As tratativas continuaram com todos os atores envolvidos até que todos estejam na mesma página”, avaliou o vice-presidente, Francisco Castro.

O projeto tem como base a educação sanitária, com foco na qualidade da vacinação e na adoção de estratégias para manter os rebanhos protegidos contra a brucelose bovina. A iniciativa é do Comitê Consultivo sobre Brucelose de Mato Grosso, instituído em 2017.

O projeto “MT contra a Brucelose” está percorrendo 14 municípios de Mato Grosso, entre os dias 1º de julho a 7 de agosto, com informações para os produtores rurais sobre o tema, incluindo medidas apontadas como o caminho para minimizar a prevalência da brucelose no estado. As duas principais estratégias do projeto dizem respeito a vacinação de fêmeas adultas usando uma vacina especial chamada RB51 para aumentar a imunidade do rebanho no combate à doença e a eliminação da fonte de infecção dentro da propriedade rural.

O trabalho de educação sanitária será mais intenso nas propriedades de pecuária de corte, com ação especifica voltada para as que possuem acima de 200 matrizes.

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